Marco Aurelio Seta
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ANS: DADOS SOBRE O SETOR DE SAÚDE SUPLEMENTAR

ANS: Dados sobre o setor de saúde suplementar

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) divulgou panorama dos planos de saúde no Brasil, com informações sobre a rede hospitalar, os perfis das carteiras de cada operadora e dos planos oferecidos pelas empresas. Se, segundo a ANS, o objetivo do estudo é facilitar ao consumidor a escolha de planos de saúde, o estudo também fornece um panorama sobre as operadoras de saúde no Brasil.

Atualmente existem 1,4 mil operadoras de planos de saúde, 50,8 milhões de consumidores em planos de assistência médica e 21,4 milhões em planos exclusivamente odontológicos. Ainda segundo o estudo, em 2014, no setor de saúde suplementar (privada) foram realizadas 56 milhões de terapias, 280,3 milhões de consultas médicas, 9,7 milhões de internações e 763 milhões de exames complementares.

Os números dão uma dimensão da importância do setor de saúde suplementar no país e corroboram os números também divulgados pela ANS em seu Caderno de Informação: percebe-se o crescimento do número de beneficiários de planos privados de assistência médica no Brasil desde 2001, com aumento da cobertura da população brasileira nos últimos anos.

O mapa abaixo mostra a diferenciação da cobertura dos planos de saúde privados (de assistência médica) no território brasileiro, com mais presença nas regiões Sul/Sudeste e Distrito Federal.

Nota-se que, apesar dos grandes investimentos realizados na saúde pública nos últimos anos, o setor de saúde suplementar tem crescido muito no país, com a expansão de beneficiários e da taxa de cobertura da população brasileira, que, segundo dados da ANS, chegou a 26,1% da população brasileira em setembro de 2014, sendo mais alta no sudeste (39%) e mais baixa no norte (12%).

Ainda, se nas capitais brasileiras essa porcentagem chegou a 45,3% em setembro de 2014, no interior dos estados chegou a 20,1%, também com fortes diferenciações regionais: nas capitais do sudeste a cobertura chegou a 57,5% e no interior da região norte alcançou os 5,3%.

Fonte: FUNDAÇÃO PERSEU ABRAMO – Boletim de Política Social 171

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