Marco Aurelio Seta
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O FRUTO DO ÓDIO

O Presidente não governa.

       Nem governará.

       Faltam-lhe as condições de sizo.

    O presidente da Câmara é jovem e ainda  não percebeu a inviabilidade: insiste em chama-lo à responsabilidade.

    O Presidente  não assumirá, continuará fazendo sua campanha até ser deposto, ninguém sabe quando.

     Seria amanhã, não fosse o dispositivo constitucional que obriga nova eleição quando o afastamento se dá na primeira metade do mandato.

     Na verdade, o Poder atual tem a Constituição como “relativa”. Absoluta é a força das armas, como o próprio Presidente alertou.

      Então… então ninguém sabe.

    O Brasil se avexa, a economia para, o desemprego sobe, o povo se empobrece e o governo caça comunistas.

      É o fruto do ódio.

    O ódio ao PT que a CIA inoculou com a tecnologia mais avançada, para prender o grande líder e mantê-lo incomunicável  até a morte. Porque ele, o PT praticava uma política de emancipação do Brasil e da América do Sul. Em grande afronta à CIA.

    O Brasil, entretanto, é bem maior do que a CIA e seus agentes, mesmo os que subiram no pódio ministerial.

    E então.… e então eu fui ao Clube de Engenharia na última quinta-feira e vi, vi um grande auditório lotado e vibrante aplaudindo entusiasticamente as palavras de um novo líder, carismático, ético, fundado na razão, e eloquente, a falar sobre o Brasil, na pauta do futuro e não do atraso, falar com o sentimento de brasilidade, falar para o sentimento dos brasileiros.

    Vi, senti com a minha vivência, constatei que era um líder de estatura, um novo líder que veio do Maranhão para arregimentar o Brasil.

    O fruto do ódio não tem semente, deteriora-se sem procriar; enquanto o fruto do amor, do amor ao povo e à Pátria, brilha, ilumina e avança para o futuro.

Fonte: Roberto Saturnino Braga – Artigo nº 503/2019

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